Serviços
IP

Os
produtos da área de Serviços IP, responsáveis
pela definição dos pontos-chaves da infra-estrutura
de redes, são fundamentais para o sucesso de todos os projetos
que utilizam estas redes.
Arquitetura de Endereçamento IP Unicast e DHCP
Este projeto é de máxima importância para garantir
a interoperabilidade entre os elementos da rede, sendo responsável
direto por sua escalabilidade e flexibilidade na conexão
com outras redes e com a Internet. Contempla a arquitetura lógica
da rede, bem como a definição da regra de alocação
de endereços IP e dos protocolos de roteamento internos
(RIP, IGRP, EIGRP, OSPF, IS-IS). O projeto também leva em
consideração aspectos de performance nestas redes:
menor tráfego de roteamento e rápida convergência.
Para facilitar a tarefa de administração dos parâmetros
TCP/IP foi concebido o protocolo DHCP. Seu uso possibilita a configuração
automática destes parâmetros nas estações-clientes.
O projeto define as plataformas de hardware/software que abrigarão
o serviço, os profiles de configuração e a
forma de integração deste serviço com o DNS.
Política
de Roteamento BGP
A forma mais adequada de implementar uma conexão redundante à Internet é através
da utilização do protocolo de roteamento BGP-4. A solução
permite a configuração totalmente contingenciada e
de forma automática com os diferentes Autonomous Systems (AS)
da Internet. São considerados os critérios de simetria,
balanceamento de carga, redundância e performance. O projeto
define também a política de encaminhamento dos tráfegos
de entrada e saída.
Arquitetura de Rede Multicast
O tráfego de aplicações multimídia pode
ser reduzido se for adotada uma topologia de rede multicast. O projeto
contempla a definição da arquitetura do protocolo de
comunicação entre as estações e roteadores/switches
(IGMP e CGMP), bem como uma análise da arquitetura de protocolo
de roteamento interno (DVMRP, MOSPF e PIM). Define também
o plano de endereçamento IP Multicast e suas contingências.
Arquitetura de DNS
O DNS é um banco de dados distribuído que permite a
utilização de nomes em lugar de endereços IP.
Funciona como uma espécie de “páginas amarelas” para
a rede TCP/IP, facilitando o processo de estabelecimento de comunicações.
Contempla a definição de aspectos técnicos (domínios
e zonas de DNS, definição dos servidores de DNS, padrões
de arquivos de configuração, forma de integração
com a Internet, contingência e resiliência da solução)
e aspectos políticos/administrativos (delegação
de direitos e regras para a formação de nomes).
Integração
entre Redes TCP/IP e SNA
O projeto permite que as empresas mantenham as aplicações
legadas no ambiente SNA enquanto se preparam para atender às
necessidades de uma rede corporativa única, garantindo a melhoria
na qualidade dos serviços prestados e com melhor aproveitamento
dos recursos e da equipe encarregada de mantê-las operacionais.
Contempla a definição dos seguintes itens: tipos de
acessos, alternativas técnicas (ativação do
TCP/IP no mainframe e uso de gateways) e a forma de encapsulamento
do tráfego SNA em redes TCP/IP (DLSw, STUN e BSTUN), considerando
contingência, resiliência, gerenciamento.